ser cientista
20 a 24 de julho de 2026, Campo Grande
Projetos 2026
Explora os projetos disponíveis,
descobre os temas que mais despertam a tua curiosidade e escolhe aquele que melhor corresponde aos teus interesses
- 4 vagas
Já imaginaste que muitas das rochas que encontramos em Portugal começaram a formar-se no fundo de um oceano desaparecido há centenas de milhões de anos?
Durante grande parte da Era Paleozoica, os materiais resultantes da erosão dos continentes foram sendo transportados e acumulados no fundo do oceano Rheic através de correntes submarinas muito energéticas, formando depósitos sedimentares conhecidos como turbiditos. Mais tarde, quando este oceano se fechou e deu origem ao supercontinente Pangeia, estes sedimentos foram deformados e transformados durante a formação da grande cadeia montanhosa varisca.
No ensino da Geologia, um dos principais constituintes destas rochas é bem conhecido: o xisto. No entanto, o seu “companheiro de viagem”, o grauvaque, raramente é explorado com a mesma profundidade. Mas porque surgem estas duas rochas juntas? E o que nos podem revelar sobre os oceanos do passado?
Neste projeto, vamos investigar a génese dos turbiditos através de atividades experimentais inovadoras, explorando de que forma a Lei de Stokes ajuda a explicar a deposição dos diferentes materiais e a formação do xisto e do grauvaque. Os participantes terão oportunidade de observar processos geológicos em ação, interpretar rochas reais e compreender como os geólogos reconstroem a história da Terra.
O resultado final será a produção de um vídeo ou podcast de divulgação científica que explique, de forma clara e criativa, como se forma um turbidito e como este dá origem a duas das rochas mais abundantes do território português: o xisto e o grauvaque.
Durante grande parte da Era Paleozoica, os materiais resultantes da erosão dos continentes foram sendo transportados e acumulados no fundo do oceano Rheic através de correntes submarinas muito energéticas, formando depósitos sedimentares conhecidos como turbiditos. Mais tarde, quando este oceano se fechou e deu origem ao supercontinente Pangeia, estes sedimentos foram deformados e transformados durante a formação da grande cadeia montanhosa varisca.
No ensino da Geologia, um dos principais constituintes destas rochas é bem conhecido: o xisto. No entanto, o seu “companheiro de viagem”, o grauvaque, raramente é explorado com a mesma profundidade. Mas porque surgem estas duas rochas juntas? E o que nos podem revelar sobre os oceanos do passado?
Neste projeto, vamos investigar a génese dos turbiditos através de atividades experimentais inovadoras, explorando de que forma a Lei de Stokes ajuda a explicar a deposição dos diferentes materiais e a formação do xisto e do grauvaque. Os participantes terão oportunidade de observar processos geológicos em ação, interpretar rochas reais e compreender como os geólogos reconstroem a história da Terra.
O resultado final será a produção de um vídeo ou podcast de divulgação científica que explique, de forma clara e criativa, como se forma um turbidito e como este dá origem a duas das rochas mais abundantes do território português: o xisto e o grauvaque.
- 6 vagas
Como é que os cientistas estudam doenças como o Alzheimer ou o Parkinson sem recorrer constantemente a modelos animais?
Uma das respostas está na utilização de células em cultura, uma ferramenta essencial da investigação biomédica moderna que permite compreender melhor os mecanismos da vida e das doenças humanas de forma mais sustentável e com maior respeito pelos organismos vivos.
No nosso laboratório desenvolvemos modelos celulares de doenças neurodegenerativas, incluindo o Alzheimer, o Parkinson e diferentes tipos de ataxias. Através destes modelos, investigamos o comportamento de proteínas que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento destas patologias, procurando compreender como as alterações celulares contribuem para a progressão da doença.
Neste projeto, os participantes terão a oportunidade de trabalhar com células em cultura e aprender técnicas utilizadas diariamente na investigação científica. Em particular, irão realizar uma experiência de deteção de proteínas, marcando-as com moléculas fluorescentes para que possam ser observadas ao microscópio de fluorescência.
Ao longo da atividade, os estudantes poderão explorar o funcionamento de um laboratório de investigação biomédica, observar estruturas celulares invisíveis a olho nu e compreender como a microscopia ajuda os cientistas a estudar doenças complexas. No final, terão uma visão mais próxima do trabalho desenvolvido na investigação em neurociências e das metodologias utilizadas para responder a algumas das mais importantes questões da saúde humana.
Uma das respostas está na utilização de células em cultura, uma ferramenta essencial da investigação biomédica moderna que permite compreender melhor os mecanismos da vida e das doenças humanas de forma mais sustentável e com maior respeito pelos organismos vivos.
No nosso laboratório desenvolvemos modelos celulares de doenças neurodegenerativas, incluindo o Alzheimer, o Parkinson e diferentes tipos de ataxias. Através destes modelos, investigamos o comportamento de proteínas que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento destas patologias, procurando compreender como as alterações celulares contribuem para a progressão da doença.
Neste projeto, os participantes terão a oportunidade de trabalhar com células em cultura e aprender técnicas utilizadas diariamente na investigação científica. Em particular, irão realizar uma experiência de deteção de proteínas, marcando-as com moléculas fluorescentes para que possam ser observadas ao microscópio de fluorescência.
Ao longo da atividade, os estudantes poderão explorar o funcionamento de um laboratório de investigação biomédica, observar estruturas celulares invisíveis a olho nu e compreender como a microscopia ajuda os cientistas a estudar doenças complexas. No final, terão uma visão mais próxima do trabalho desenvolvido na investigação em neurociências e das metodologias utilizadas para responder a algumas das mais importantes questões da saúde humana.
- 6 vagas
O que é?
Neste projeto vais explorar como aproveitar a energia do Sol para produzir calor. Vais aprender, de forma prática, como o calor se perde (ou se mantém!) e como isso afeta a eficiência de um forno solar.
Qual é o desafio?
Perceber como fazer um forno solar funcionar melhor: como atingir temperaturas mais altas? O que resulta melhor — isolar, usar refletores, escolher certos materiais?
O que vais fazer?
Vais construir diferentes tipos de fornos solares, testar ideias (isolamento, concentração de luz, materiais) e medir temperaturas usando sensores ligados a Arduino. Vais recolher e analisar dados como um verdadeiro investigador.
O que podes descobrir?
No final, vais saber quais os designs mais eficientes, comparar resultados e ver na prática como pequenas mudanças fazem grande diferença. E levas experiência real de investigação científica!
Neste projeto vais explorar como aproveitar a energia do Sol para produzir calor. Vais aprender, de forma prática, como o calor se perde (ou se mantém!) e como isso afeta a eficiência de um forno solar.
Qual é o desafio?
Perceber como fazer um forno solar funcionar melhor: como atingir temperaturas mais altas? O que resulta melhor — isolar, usar refletores, escolher certos materiais?
O que vais fazer?
Vais construir diferentes tipos de fornos solares, testar ideias (isolamento, concentração de luz, materiais) e medir temperaturas usando sensores ligados a Arduino. Vais recolher e analisar dados como um verdadeiro investigador.
O que podes descobrir?
No final, vais saber quais os designs mais eficientes, comparar resultados e ver na prática como pequenas mudanças fazem grande diferença. E levas experiência real de investigação científica!
- 4 vagas
Nota: os participantes deverão trazer um computador portátil.
Já te perguntaste como os médicos conseguem observar o interior do corpo humano sem recorrer a cirurgia? A resposta está na imagiologia médica, uma área científica e tecnológica que combina física, informática e medicina para produzir imagens que ajudam a diagnosticar e compreender doenças.
Neste projeto, vais descobrir como funcionam algumas das mais importantes técnicas de imagiologia utilizadas atualmente, como a Tomografia Computorizada (TC), a Ressonância Magnética (MRI), a Mamografia e a Tomografia por Emissão de Positrões (PET). Irás explorar os princípios científicos que distinguem cada uma destas modalidades e perceber porque são escolhidas para diferentes aplicações clínicas.
Ao longo da atividade, terás a oportunidade de trabalhar com imagens médicas reais utilizando software especializado de análise e processamento de imagem. Vais aprender a extrair informação quantitativa a partir dessas imagens e a aplicar técnicas avançadas, como a reconstrução tridimensional (3D) e a fusão de imagens provenientes de diferentes modalidades.
No final, compreenderás melhor como a ciência e a tecnologia contribuem para a medicina moderna e adquirirás experiência prática em ferramentas utilizadas por investigadores e profissionais de saúde para estudar o corpo humano e apoiar o diagnóstico de doenças.
Já te perguntaste como os médicos conseguem observar o interior do corpo humano sem recorrer a cirurgia? A resposta está na imagiologia médica, uma área científica e tecnológica que combina física, informática e medicina para produzir imagens que ajudam a diagnosticar e compreender doenças.
Neste projeto, vais descobrir como funcionam algumas das mais importantes técnicas de imagiologia utilizadas atualmente, como a Tomografia Computorizada (TC), a Ressonância Magnética (MRI), a Mamografia e a Tomografia por Emissão de Positrões (PET). Irás explorar os princípios científicos que distinguem cada uma destas modalidades e perceber porque são escolhidas para diferentes aplicações clínicas.
Ao longo da atividade, terás a oportunidade de trabalhar com imagens médicas reais utilizando software especializado de análise e processamento de imagem. Vais aprender a extrair informação quantitativa a partir dessas imagens e a aplicar técnicas avançadas, como a reconstrução tridimensional (3D) e a fusão de imagens provenientes de diferentes modalidades.
No final, compreenderás melhor como a ciência e a tecnologia contribuem para a medicina moderna e adquirirás experiência prática em ferramentas utilizadas por investigadores e profissionais de saúde para estudar o corpo humano e apoiar o diagnóstico de doenças.
- 6 vagas
Vivemos rodeados por forças invisíveis…
Algumas delas, como a gravidade, são fáceis de sentir no nosso dia a dia. Outras, como as forças de adesão entre moléculas, tornam-se dominantes apenas quando observamos objetos extremamente pequenos, à escala nanométrica. É precisamente nesse mundo invisível que trabalham os microscópios de força atómica (AFM – Atomic Force Microscopy), instrumentos científicos capazes de “ver” átomos em superfícies não através da luz, mas através da Força!
Apesar de extremamente sofisticados, os microscópios de força atómica baseiam-se em princípios físicos simples: forças, vibrações, luz e movimento. Compreender estes princípios é essencial não apenas para perceber como funciona a nanotecnologia moderna, mas também para desenvolver os instrumentos científicos do futuro.
Neste projeto iremos desenvolver um “AFM gigante”: uma versão macroscópica e didática inspirada nos microscópios de força atómica utilizados atualmente em laboratórios de investigação avançada. O objetivo será construir uma ferramenta capaz de demonstrar, de forma visual e intuitiva, como é possível medir forças extremamente pequenas e explorar o mundo nano através da física das vibrações, da luz e das interações entre materiais.
Para além de participar na construção e teste do sistema, os participantes irão ajudar a criar uma ferramenta didática que poderá futuramente ser utilizada por outros jovens estudantes e futuros cientistas para compreender melhor os princípios fundamentais da nanotecnologia e da microscopia moderna.
Algumas delas, como a gravidade, são fáceis de sentir no nosso dia a dia. Outras, como as forças de adesão entre moléculas, tornam-se dominantes apenas quando observamos objetos extremamente pequenos, à escala nanométrica. É precisamente nesse mundo invisível que trabalham os microscópios de força atómica (AFM – Atomic Force Microscopy), instrumentos científicos capazes de “ver” átomos em superfícies não através da luz, mas através da Força!
Apesar de extremamente sofisticados, os microscópios de força atómica baseiam-se em princípios físicos simples: forças, vibrações, luz e movimento. Compreender estes princípios é essencial não apenas para perceber como funciona a nanotecnologia moderna, mas também para desenvolver os instrumentos científicos do futuro.
Neste projeto iremos desenvolver um “AFM gigante”: uma versão macroscópica e didática inspirada nos microscópios de força atómica utilizados atualmente em laboratórios de investigação avançada. O objetivo será construir uma ferramenta capaz de demonstrar, de forma visual e intuitiva, como é possível medir forças extremamente pequenas e explorar o mundo nano através da física das vibrações, da luz e das interações entre materiais.
Para além de participar na construção e teste do sistema, os participantes irão ajudar a criar uma ferramenta didática que poderá futuramente ser utilizada por outros jovens estudantes e futuros cientistas para compreender melhor os princípios fundamentais da nanotecnologia e da microscopia moderna.
- 3 vagas
Sabias que muitos dos dispositivos que utilizamos diariamente — desde telemóveis e computadores até sensores e painéis solares — dependem de materiais tão finos que a sua espessura é medida em nanómetros, ou seja, mil milhões de vezes mais pequenos do que um metro?
Estes materiais, conhecidos como filmes finos, desempenham um papel fundamental em inúmeras tecnologias modernas. Mas como são produzidos? E como conseguem os cientistas medir as suas propriedades quando são praticamente invisíveis a olho nu?
Neste projeto, vais assumir o papel de cientista de materiais e acompanhar todas as etapas do desenvolvimento de um filme fino de cobre. Começarás por aprender as técnicas utilizadas para produzir este tipo de materiais e identificar os parâmetros que influenciam a sua qualidade e desempenho. Em seguida, recorrerás a diferentes métodos experimentais para estudar as suas propriedades físicas.
Ao longo da atividade, poderás medir a transmissão ótica do filme, determinar a sua resistividade elétrica, analisar a sua composição química e, eventualmente, estimar a sua espessura. Estas experiências permitirão compreender como as características de um material à nanoescala influenciam o seu comportamento e as suas aplicações tecnológicas.
Os resultados obtidos dependerão das questões que decidires explorar e do trabalho desenvolvido ao longo do projeto. No final, terás uma experiência próxima da investigação em ciência dos materiais e nanotecnologia, numa área que está na base de muitas das tecnologias do futuro.
Estes materiais, conhecidos como filmes finos, desempenham um papel fundamental em inúmeras tecnologias modernas. Mas como são produzidos? E como conseguem os cientistas medir as suas propriedades quando são praticamente invisíveis a olho nu?
Neste projeto, vais assumir o papel de cientista de materiais e acompanhar todas as etapas do desenvolvimento de um filme fino de cobre. Começarás por aprender as técnicas utilizadas para produzir este tipo de materiais e identificar os parâmetros que influenciam a sua qualidade e desempenho. Em seguida, recorrerás a diferentes métodos experimentais para estudar as suas propriedades físicas.
Ao longo da atividade, poderás medir a transmissão ótica do filme, determinar a sua resistividade elétrica, analisar a sua composição química e, eventualmente, estimar a sua espessura. Estas experiências permitirão compreender como as características de um material à nanoescala influenciam o seu comportamento e as suas aplicações tecnológicas.
Os resultados obtidos dependerão das questões que decidires explorar e do trabalho desenvolvido ao longo do projeto. No final, terás uma experiência próxima da investigação em ciência dos materiais e nanotecnologia, numa área que está na base de muitas das tecnologias do futuro.
- 6 vagas
Porque é que o Universo está a expandir-se cada vez mais depressa? Esta é uma das maiores questões da cosmologia moderna e continua sem uma resposta definitiva.
Há cerca de trinta anos, os astrónomos descobriram que a expansão do Universo está a acelerar, uma observação surpreendente que levou à introdução do conceito de energia escura. Atualmente, o modelo cosmológico mais aceite explica este fenómeno através da combinação de matéria escura e de uma constante cosmológica. No entanto, várias observações recentes revelaram inconsistências que sugerem que esta poderá não ser a descrição completa do Universo.
Neste projeto, vais explorar algumas das hipóteses que os cientistas estão a investigar para explicar a expansão acelerada do cosmos. Será que a energia escura é diferente do que pensamos? Será necessário modificar as teorias atuais da gravidade? Que modelos conseguem explicar melhor as observações?
Ao longo da atividade, aprenderás a utilizar métodos estatísticos para comparar diferentes modelos cosmológicos com dados observacionais reais. Terás também a oportunidade de explorar ferramentas computacionais utilizadas na investigação atual e de perceber como os cientistas testam teorias sobre a evolução do Universo.
No final, poderás avaliar quais os modelos que melhor descrevem as observações disponíveis e descobrir como a análise de dados ajuda a responder a algumas das questões mais profundas sobre a origem, a composição e o destino do Universo. Conhecimentos básicos de programação em Python serão uma mais-valia, mas a curiosidade científica será o ingrediente mais importante.
Há cerca de trinta anos, os astrónomos descobriram que a expansão do Universo está a acelerar, uma observação surpreendente que levou à introdução do conceito de energia escura. Atualmente, o modelo cosmológico mais aceite explica este fenómeno através da combinação de matéria escura e de uma constante cosmológica. No entanto, várias observações recentes revelaram inconsistências que sugerem que esta poderá não ser a descrição completa do Universo.
Neste projeto, vais explorar algumas das hipóteses que os cientistas estão a investigar para explicar a expansão acelerada do cosmos. Será que a energia escura é diferente do que pensamos? Será necessário modificar as teorias atuais da gravidade? Que modelos conseguem explicar melhor as observações?
Ao longo da atividade, aprenderás a utilizar métodos estatísticos para comparar diferentes modelos cosmológicos com dados observacionais reais. Terás também a oportunidade de explorar ferramentas computacionais utilizadas na investigação atual e de perceber como os cientistas testam teorias sobre a evolução do Universo.
No final, poderás avaliar quais os modelos que melhor descrevem as observações disponíveis e descobrir como a análise de dados ajuda a responder a algumas das questões mais profundas sobre a origem, a composição e o destino do Universo. Conhecimentos básicos de programação em Python serão uma mais-valia, mas a curiosidade científica será o ingrediente mais importante.
- 10 vagas
As galáxias são compostas por milhares de milhões de estrelas, gás, poeira e, por vezes, buracos negros supermassivos. Mas como conseguem os astrónomos descobrir o que se passa no seu interior, mesmo estando a milhões de anos-luz de distância?
A resposta está na luz. As galáxias emitem radiação em diferentes comprimentos de onda, desde o ultravioleta ao infravermelho, e cada tipo de emissão revela informações distintas sobre os seus constituintes e processos físicos. Ao observar uma galáxia em diferentes regiões do espectro eletromagnético, é possível desvendar aspetos que seriam invisíveis numa única imagem.
Neste projeto, vais analisar uma amostra de galáxias do Universo Local utilizando imagens obtidas a diferentes comprimentos de onda por telescópios terrestres e espaciais. Com recurso a ferramentas de análise astronómica, aprenderás a sobrepor imagens num mesmo sistema de referência e a comparar a distribuição da emissão observada em cada uma delas.
Ao investigar estas imagens, poderás identificar regiões onde estão a nascer novas estrelas, zonas obscurecidas pela poeira interestelar e áreas dominadas por populações de estrelas mais antigas. Tal como um detetive reúne pistas para resolver um mistério, irás combinar diferentes observações para construir uma visão mais completa da estrutura e evolução das galáxias.
No final, compreenderás melhor como os astrónomos utilizam dados obtidos por diferentes telescópios para estudar o Universo e descobrir os processos que moldam as galáxias ao longo do tempo.
A resposta está na luz. As galáxias emitem radiação em diferentes comprimentos de onda, desde o ultravioleta ao infravermelho, e cada tipo de emissão revela informações distintas sobre os seus constituintes e processos físicos. Ao observar uma galáxia em diferentes regiões do espectro eletromagnético, é possível desvendar aspetos que seriam invisíveis numa única imagem.
Neste projeto, vais analisar uma amostra de galáxias do Universo Local utilizando imagens obtidas a diferentes comprimentos de onda por telescópios terrestres e espaciais. Com recurso a ferramentas de análise astronómica, aprenderás a sobrepor imagens num mesmo sistema de referência e a comparar a distribuição da emissão observada em cada uma delas.
Ao investigar estas imagens, poderás identificar regiões onde estão a nascer novas estrelas, zonas obscurecidas pela poeira interestelar e áreas dominadas por populações de estrelas mais antigas. Tal como um detetive reúne pistas para resolver um mistério, irás combinar diferentes observações para construir uma visão mais completa da estrutura e evolução das galáxias.
No final, compreenderás melhor como os astrónomos utilizam dados obtidos por diferentes telescópios para estudar o Universo e descobrir os processos que moldam as galáxias ao longo do tempo.
- 3 vagas
Porque é que o chocolate derrete na boca, mas não nas mãos? Porque perde o brilho ou fica esbranquiçado quando é armazenado de forma inadequada? E o que distingue um chocolate comum de um chocolate de elevada qualidade?
Embora seja apreciado há milhares de anos, desde as civilizações Maia e Azteca, o chocolate continua a ser objeto de estudo científico. A sua textura, brilho, sabor e comportamento durante o aquecimento dependem da sua composição química e da forma como as moléculas que o constituem se organizam. Produzir o “chocolate perfeito” é um desafio que combina conhecimentos de química, física e ciência dos materiais.
Neste projeto, vais investigar como diferentes tipos de chocolate respondem a alterações de temperatura e como as suas propriedades estão relacionadas com a sua composição. Através de experiências laboratoriais, analisarás características como o aspeto, a textura, a estabilidade térmica e o comportamento durante a fusão.
Ao longo da atividade, poderás comparar diferentes chocolates, observar as alterações provocadas pelo aquecimento e arrefecimento e compreender os fenómenos que determinam a sua qualidade. Tal como os investigadores da indústria alimentar, vais explorar os fatores que influenciam a produção e conservação deste alimento tão popular.
No final, compreenderás melhor a ciência que se esconde por detrás de uma simples tablete de chocolate e descobrirás como conceitos fundamentais de química e física ajudam a explicar as suas propriedades únicas.
Embora seja apreciado há milhares de anos, desde as civilizações Maia e Azteca, o chocolate continua a ser objeto de estudo científico. A sua textura, brilho, sabor e comportamento durante o aquecimento dependem da sua composição química e da forma como as moléculas que o constituem se organizam. Produzir o “chocolate perfeito” é um desafio que combina conhecimentos de química, física e ciência dos materiais.
Neste projeto, vais investigar como diferentes tipos de chocolate respondem a alterações de temperatura e como as suas propriedades estão relacionadas com a sua composição. Através de experiências laboratoriais, analisarás características como o aspeto, a textura, a estabilidade térmica e o comportamento durante a fusão.
Ao longo da atividade, poderás comparar diferentes chocolates, observar as alterações provocadas pelo aquecimento e arrefecimento e compreender os fenómenos que determinam a sua qualidade. Tal como os investigadores da indústria alimentar, vais explorar os fatores que influenciam a produção e conservação deste alimento tão popular.
No final, compreenderás melhor a ciência que se esconde por detrás de uma simples tablete de chocolate e descobrirás como conceitos fundamentais de química e física ajudam a explicar as suas propriedades únicas.
- 5 vagas
Como podemos armazenar a energia produzida pelo Sol e pelo vento para a utilizar quando não há sol nem vento? Esta é uma das questões mais importantes para a construção de um futuro energético sustentável e um dos grandes desafios da ciência e da engenharia atuais.
Neste projeto, vais explorar diferentes tecnologias de armazenamento de energia, desde experiências simples que ilustram os princípios básicos da eletroquímica até algumas das soluções mais promissoras para as baterias e sistemas energéticos do futuro.
A aventura começa com a construção de baterias usando limões, uma atividade prática que permitirá compreender como a energia química pode ser convertida em eletricidade. Em seguida, irás trabalhar com um sistema didático de hidrogénio, produzindo hidrogénio e oxigénio através da eletrólise da água e utilizando depois uma célula de combustível para transformar novamente essa energia em eletricidade. Desta forma, descobrirás como o hidrogénio pode funcionar como um importante vetor energético numa sociedade mais sustentável.
Mas a investigação não fica por aqui. Os participantes terão ainda a oportunidade de contactar com técnicas avançadas de microscopia eletrónica, utilizadas para observar materiais a escalas invisíveis ao olho humano. Estas ferramentas permitem aos cientistas estudar a estrutura e a morfologia dos materiais que compõem as baterias modernas e desenvolver soluções mais eficientes para o armazenamento de energia.
Ao longo do projeto, ficarás a conhecer uma investigação em curso sobre partículas de silício para baterias de iões de lítio, uma tecnologia que poderá contribuir para aumentar a capacidade e o desempenho das baterias do futuro. No final, compreenderás melhor como a química, a física, a engenharia e a ciência dos materiais se combinam para responder a um dos maiores desafios da humanidade: armazenar energia limpa de forma eficiente e sustentável.
Neste projeto, vais explorar diferentes tecnologias de armazenamento de energia, desde experiências simples que ilustram os princípios básicos da eletroquímica até algumas das soluções mais promissoras para as baterias e sistemas energéticos do futuro.
A aventura começa com a construção de baterias usando limões, uma atividade prática que permitirá compreender como a energia química pode ser convertida em eletricidade. Em seguida, irás trabalhar com um sistema didático de hidrogénio, produzindo hidrogénio e oxigénio através da eletrólise da água e utilizando depois uma célula de combustível para transformar novamente essa energia em eletricidade. Desta forma, descobrirás como o hidrogénio pode funcionar como um importante vetor energético numa sociedade mais sustentável.
Mas a investigação não fica por aqui. Os participantes terão ainda a oportunidade de contactar com técnicas avançadas de microscopia eletrónica, utilizadas para observar materiais a escalas invisíveis ao olho humano. Estas ferramentas permitem aos cientistas estudar a estrutura e a morfologia dos materiais que compõem as baterias modernas e desenvolver soluções mais eficientes para o armazenamento de energia.
Ao longo do projeto, ficarás a conhecer uma investigação em curso sobre partículas de silício para baterias de iões de lítio, uma tecnologia que poderá contribuir para aumentar a capacidade e o desempenho das baterias do futuro. No final, compreenderás melhor como a química, a física, a engenharia e a ciência dos materiais se combinam para responder a um dos maiores desafios da humanidade: armazenar energia limpa de forma eficiente e sustentável.
- 10 vagas
Alguma vez pensaste em conduzir um carro totalmente movido a energia solar? E que tal construir um?
Vem ser “engenheiro por uma semana” onde irás aprender mais sobre a energia solar, eletrónica, soldadura e programação para depois aplicar tudo na prática na construção de um carro solar tripulado (e até fazer umas corridas, se tudo correr bem!).
Vem ser “engenheiro por uma semana” onde irás aprender mais sobre a energia solar, eletrónica, soldadura e programação para depois aplicar tudo na prática na construção de um carro solar tripulado (e até fazer umas corridas, se tudo correr bem!).
- 6 vagas
Porque pensamos, sentimos e tomamos decisões da forma como o fazemos? E de que forma o cérebro muda durante a adolescência até atingir a maturidade na idade adulta?
Uma das regiões mais importantes para responder a estas questões é o córtex pré-frontal, uma área do cérebro responsável por funções como o planeamento, a tomada de decisões, o controlo de impulsos e muitos dos nossos comportamentos sociais. Esta é também uma das últimas regiões cerebrais a atingir a maturidade, sofrendo profundas alterações durante a adolescência e o início da idade adulta.
Apesar dos avanços da neurociência, ainda existem muitas questões por esclarecer sobre os mecanismos biológicos que orientam este processo. Em particular, os cientistas procuram compreender como diferentes neurotransmissores contribuem para a maturação dos circuitos neuronais e se essa maturação segue padrões distintos em machos e fêmeas. Compreender estas diferenças biológicas é importante para aprofundar o conhecimento sobre o desenvolvimento normal do cérebro e sobre a vulnerabilidade a determinadas perturbações neurológicas.
Neste projeto, vais participar numa investigação sobre a maturação do córtex pré-frontal, analisando membranas cerebrais de ratos machos e fêmeas em diferentes fases do desenvolvimento. Através de técnicas laboratoriais utilizadas em neurociência, irás identificar e comparar a presença de diferentes neurotransmissores, explorando o seu papel na organização e estabilização dos circuitos cerebrais.
Ao longo da atividade, terás ainda a oportunidade de interpretar resultados experimentais e discutir como as diferenças biológicas entre sexos podem influenciar o desenvolvimento cerebral. No final, compreenderás melhor como os neurónios comunicam entre si, como o cérebro se transforma durante a adolescência e como a investigação científica procura desvendar os mecanismos que estão na base dos nossos comportamentos sociais.
Uma das regiões mais importantes para responder a estas questões é o córtex pré-frontal, uma área do cérebro responsável por funções como o planeamento, a tomada de decisões, o controlo de impulsos e muitos dos nossos comportamentos sociais. Esta é também uma das últimas regiões cerebrais a atingir a maturidade, sofrendo profundas alterações durante a adolescência e o início da idade adulta.
Apesar dos avanços da neurociência, ainda existem muitas questões por esclarecer sobre os mecanismos biológicos que orientam este processo. Em particular, os cientistas procuram compreender como diferentes neurotransmissores contribuem para a maturação dos circuitos neuronais e se essa maturação segue padrões distintos em machos e fêmeas. Compreender estas diferenças biológicas é importante para aprofundar o conhecimento sobre o desenvolvimento normal do cérebro e sobre a vulnerabilidade a determinadas perturbações neurológicas.
Neste projeto, vais participar numa investigação sobre a maturação do córtex pré-frontal, analisando membranas cerebrais de ratos machos e fêmeas em diferentes fases do desenvolvimento. Através de técnicas laboratoriais utilizadas em neurociência, irás identificar e comparar a presença de diferentes neurotransmissores, explorando o seu papel na organização e estabilização dos circuitos cerebrais.
Ao longo da atividade, terás ainda a oportunidade de interpretar resultados experimentais e discutir como as diferenças biológicas entre sexos podem influenciar o desenvolvimento cerebral. No final, compreenderás melhor como os neurónios comunicam entre si, como o cérebro se transforma durante a adolescência e como a investigação científica procura desvendar os mecanismos que estão na base dos nossos comportamentos sociais.
- 2 vagas
Sabias que a conservação de espécies como a amêijoa ou o berbigão depende de um acompanhamento científico contínuo dos ecossistemas onde vivem? Como conseguem os investigadores avaliar a saúde destes habitats e garantir uma exploração sustentável dos recursos marinhos?
Desde 2011, investigadores do MARE-ULisboa monitorizam populações de bivalves em diversos sistemas estuarinos portugueses, incluindo os estuários do Tejo e do Sado e a Lagoa de Óbidos. O objetivo é compreender o estado de conservação destas espécies, acompanhar as alterações ambientais e fornecer informação científica que apoie a gestão sustentável da pesca.
Neste projeto, vais participar numa investigação real sobre os ecossistemas costeiros portugueses. Terás a oportunidade de trabalhar com amostras recolhidas no terreno e contactar diretamente com os métodos utilizados pelos investigadores para estudar os organismos que vivem nos fundos sedimentares.
Ao longo da atividade, irás identificar, medir e determinar a biomassa de diferentes invertebrados bentónicos presentes nas amostras biológicas. Paralelamente, vais analisar amostras de sedimento, estudando características como a granulometria e o teor de matéria orgânica. Estas informações permitem compreender como as condições ambientais influenciam a distribuição e abundância das espécies.
A partir dos dados recolhidos, poderás comparar diferentes comunidades de invertebrados e perceber de que forma fatores ambientais moldam os ecossistemas estuarinos. No final, ficarás a conhecer melhor a biodiversidade marinha dos nossos estuários e compreenderás como a investigação científica contribui para a conservação dos ecossistemas e para a gestão sustentável dos recursos naturais.
Desde 2011, investigadores do MARE-ULisboa monitorizam populações de bivalves em diversos sistemas estuarinos portugueses, incluindo os estuários do Tejo e do Sado e a Lagoa de Óbidos. O objetivo é compreender o estado de conservação destas espécies, acompanhar as alterações ambientais e fornecer informação científica que apoie a gestão sustentável da pesca.
Neste projeto, vais participar numa investigação real sobre os ecossistemas costeiros portugueses. Terás a oportunidade de trabalhar com amostras recolhidas no terreno e contactar diretamente com os métodos utilizados pelos investigadores para estudar os organismos que vivem nos fundos sedimentares.
Ao longo da atividade, irás identificar, medir e determinar a biomassa de diferentes invertebrados bentónicos presentes nas amostras biológicas. Paralelamente, vais analisar amostras de sedimento, estudando características como a granulometria e o teor de matéria orgânica. Estas informações permitem compreender como as condições ambientais influenciam a distribuição e abundância das espécies.
A partir dos dados recolhidos, poderás comparar diferentes comunidades de invertebrados e perceber de que forma fatores ambientais moldam os ecossistemas estuarinos. No final, ficarás a conhecer melhor a biodiversidade marinha dos nossos estuários e compreenderás como a investigação científica contribui para a conservação dos ecossistemas e para a gestão sustentável dos recursos naturais.
- 3 vagas
Será que dois organismos com o mesmo ADN podem desenvolver-se de forma diferente? Como é que os genes são ligados ou desligados sem que a sequência genética seja alterada? Estas são algumas das questões que a epigenética procura responder.
Neste projeto, vais entrar no fascinante mundo da genética molecular através do estudo de Arabidopsis thaliana, uma pequena planta amplamente utilizada pelos cientistas para investigar os mecanismos fundamentais da vida. O teu desafio será descobrir como processos epigenéticos influenciam a atividade dos genes e afetam o desenvolvimento dos organismos.
Ao longo da atividade, vais comparar plantas normais com plantas mutantes que apresentam alterações nos mecanismos de regulação epigenética. Através da observação do seu crescimento e da análise do seu material genético, procurarás identificar as diferenças entre elas e compreender como estas se relacionam com a expressão dos genes.
No laboratório, terás a oportunidade de utilizar técnicas fundamentais da biologia molecular, semelhantes às empregues diariamente em centros de investigação e laboratórios de diagnóstico. Vais extrair ADN, amplificar regiões específicas do genoma através da técnica de PCR e visualizar os resultados por eletroforese em gel de agarose.
Como um verdadeiro detetive molecular, irás reunir pistas obtidas a partir das plantas e do seu ADN para desvendar os efeitos da regulação epigenética. No final, compreenderás melhor como os organismos controlam a atividade dos seus genes e descobrirás que a informação genética vai muito além da simples sequência de ADN.
Neste projeto, vais entrar no fascinante mundo da genética molecular através do estudo de Arabidopsis thaliana, uma pequena planta amplamente utilizada pelos cientistas para investigar os mecanismos fundamentais da vida. O teu desafio será descobrir como processos epigenéticos influenciam a atividade dos genes e afetam o desenvolvimento dos organismos.
Ao longo da atividade, vais comparar plantas normais com plantas mutantes que apresentam alterações nos mecanismos de regulação epigenética. Através da observação do seu crescimento e da análise do seu material genético, procurarás identificar as diferenças entre elas e compreender como estas se relacionam com a expressão dos genes.
No laboratório, terás a oportunidade de utilizar técnicas fundamentais da biologia molecular, semelhantes às empregues diariamente em centros de investigação e laboratórios de diagnóstico. Vais extrair ADN, amplificar regiões específicas do genoma através da técnica de PCR e visualizar os resultados por eletroforese em gel de agarose.
Como um verdadeiro detetive molecular, irás reunir pistas obtidas a partir das plantas e do seu ADN para desvendar os efeitos da regulação epigenética. No final, compreenderás melhor como os organismos controlam a atividade dos seus genes e descobrirás que a informação genética vai muito além da simples sequência de ADN.
- 6 vagas
Consegues identificar um cogumelo apenas pela sua aparência? E será que o ADN consegue revelar a sua verdadeira identidade? Como fazem os cientistas para distinguir espécies que, à primeira vista, parecem praticamente iguais?
Neste projeto, vais descobrir como a biologia molecular está a revolucionar o estudo dos fungos. Utilizando técnicas semelhantes às empregues por investigadores de todo o mundo, vais aprender a identificar cogumelos através do seu ADN, explorando uma abordagem conhecida como DNA barcoding.
O desafio começa com a análise de amostras de ADN obtidas a partir de diferentes cogumelos. No laboratório, vais amplificar regiões específicas do genoma utilizando a técnica de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), uma das ferramentas mais importantes da genética moderna. Os fragmentos obtidos serão depois separados por eletroforese em gel de agarose, permitindo visualizar os resultados da experiência.
Mas o trabalho de um cientista não termina aí. As sequências de ADN obtidas serão comparadas com bases de dados científicas internacionais, permitindo identificar a espécie ou o género dos exemplares estudados. Ao mesmo tempo, vais analisar características morfológicas dos cogumelos através de fotografias de campo, observações à lupa e ao microscópio, procurando sinais que ajudem a confirmar a sua classificação.
Ao longo do projeto, poderás investigar até que ponto a observação direta e a análise genética fornecem as mesmas respostas e perceber como diferentes tipos de evidência são combinados para identificar e classificar organismos. No final, terás adquirido experiência prática em técnicas de biologia molecular e descoberto como o ADN pode ser utilizado para desvendar a identidade de espécies presentes na natureza.
Neste projeto, vais descobrir como a biologia molecular está a revolucionar o estudo dos fungos. Utilizando técnicas semelhantes às empregues por investigadores de todo o mundo, vais aprender a identificar cogumelos através do seu ADN, explorando uma abordagem conhecida como DNA barcoding.
O desafio começa com a análise de amostras de ADN obtidas a partir de diferentes cogumelos. No laboratório, vais amplificar regiões específicas do genoma utilizando a técnica de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), uma das ferramentas mais importantes da genética moderna. Os fragmentos obtidos serão depois separados por eletroforese em gel de agarose, permitindo visualizar os resultados da experiência.
Mas o trabalho de um cientista não termina aí. As sequências de ADN obtidas serão comparadas com bases de dados científicas internacionais, permitindo identificar a espécie ou o género dos exemplares estudados. Ao mesmo tempo, vais analisar características morfológicas dos cogumelos através de fotografias de campo, observações à lupa e ao microscópio, procurando sinais que ajudem a confirmar a sua classificação.
Ao longo do projeto, poderás investigar até que ponto a observação direta e a análise genética fornecem as mesmas respostas e perceber como diferentes tipos de evidência são combinados para identificar e classificar organismos. No final, terás adquirido experiência prática em técnicas de biologia molecular e descoberto como o ADN pode ser utilizado para desvendar a identidade de espécies presentes na natureza.
- 4 vagas
Porque é que algumas células cancerígenas conseguem abandonar o tumor original e invadir outros tecidos? Que papel desempenha o ambiente que as rodeia neste processo? Estas são algumas das questões que os investigadores procuram responder para compreender melhor a progressão do cancro.
As células não vivem isoladas. À sua volta existe uma complexa rede de proteínas e outras moléculas, denominada matriz extracelular, que lhes fornece suporte físico e sinais que influenciam o seu comportamento. Em doenças como o melanoma, um dos tipos mais agressivos de cancro da pele, esta matriz pode sofrer alterações que afetam a forma como as células tumorais crescem, comunicam e se deslocam.
Neste projeto, vais investigar como diferentes características da matriz extracelular podem influenciar a capacidade de migração das células de melanoma. Utilizando modelos celulares em cultura, terás a oportunidade de observar diretamente como as células interagem com o ambiente que as rodeia e como essas interações podem favorecer ou dificultar o seu movimento.
Ao longo da atividade, realizarás experiências utilizadas em investigação biomédica, incluindo ensaios de migração celular para avaliar a capacidade de deslocação das células em diferentes condições experimentais. Irás também utilizar técnicas de imunofluorescência para visualizar estruturas celulares importantes, como o citoesqueleto e proteínas da matriz extracelular, observando-as através de microscopia de fluorescência.
Como um verdadeiro investigador, analisarás os resultados obtidos e procurarás compreender de que forma o ambiente extracelular influencia o comportamento das células cancerígenas. No final, ficarás a conhecer melhor os mecanismos biológicos envolvidos na progressão do cancro e as ferramentas que os cientistas utilizam para desenvolver novas estratégias de diagnóstico e tratamento.
As células não vivem isoladas. À sua volta existe uma complexa rede de proteínas e outras moléculas, denominada matriz extracelular, que lhes fornece suporte físico e sinais que influenciam o seu comportamento. Em doenças como o melanoma, um dos tipos mais agressivos de cancro da pele, esta matriz pode sofrer alterações que afetam a forma como as células tumorais crescem, comunicam e se deslocam.
Neste projeto, vais investigar como diferentes características da matriz extracelular podem influenciar a capacidade de migração das células de melanoma. Utilizando modelos celulares em cultura, terás a oportunidade de observar diretamente como as células interagem com o ambiente que as rodeia e como essas interações podem favorecer ou dificultar o seu movimento.
Ao longo da atividade, realizarás experiências utilizadas em investigação biomédica, incluindo ensaios de migração celular para avaliar a capacidade de deslocação das células em diferentes condições experimentais. Irás também utilizar técnicas de imunofluorescência para visualizar estruturas celulares importantes, como o citoesqueleto e proteínas da matriz extracelular, observando-as através de microscopia de fluorescência.
Como um verdadeiro investigador, analisarás os resultados obtidos e procurarás compreender de que forma o ambiente extracelular influencia o comportamento das células cancerígenas. No final, ficarás a conhecer melhor os mecanismos biológicos envolvidos na progressão do cancro e as ferramentas que os cientistas utilizam para desenvolver novas estratégias de diagnóstico e tratamento.
- 4 vagas
Como é que os cientistas transformam dados em conhecimento? Será que a vitamina C influencia realmente o crescimento dos dentes? E qual será a melhor dose para obter esse efeito?
Neste projeto, vais dar os primeiros passos no mundo da ciência de dados utilizando a linguagem de programação R, uma das ferramentas mais utilizadas por investigadores para analisar informação, testar hipóteses e comunicar resultados científicos.
O desafio será explorar um conjunto de dados reais sobre o crescimento dentário em porquinhos-da-Índia, utilizado há décadas no ensino e na investigação em estatística. Estes dados permitem estudar como diferentes doses de vitamina C e diferentes formas de administração — através de sumo de laranja ou de ácido ascórbico puro — afetam o desenvolvimento dos dentes.
Ao longo da atividade, aprenderás comandos básicos de programação em R e utilizarás técnicas de análise estatística para investigar os dados. Irás criar gráficos, explorar padrões, comparar grupos experimentais e aplicar testes estatísticos para responder às questões de investigação. Será que o tipo de suplemento faz diferença? A dose influencia os resultados? Existe uma quantidade ideal de vitamina C?
Tal como um cientista ou analista de dados, terás de interpretar a evidência disponível e tirar conclusões fundamentadas. No final, apresentarás os resultados da tua investigação através de gráficos e visualizações produzidos por ti, explicando as principais conclusões obtidas.
Este projeto oferece uma introdução prática à programação, à estatística e à análise de dados, mostrando como estas ferramentas são utilizadas para responder a perguntas científicas nas áreas da biologia, da saúde e de muitas outras disciplinas, constituindo uma base fundamental para a investigação científica atual.
Neste projeto, vais dar os primeiros passos no mundo da ciência de dados utilizando a linguagem de programação R, uma das ferramentas mais utilizadas por investigadores para analisar informação, testar hipóteses e comunicar resultados científicos.
O desafio será explorar um conjunto de dados reais sobre o crescimento dentário em porquinhos-da-Índia, utilizado há décadas no ensino e na investigação em estatística. Estes dados permitem estudar como diferentes doses de vitamina C e diferentes formas de administração — através de sumo de laranja ou de ácido ascórbico puro — afetam o desenvolvimento dos dentes.
Ao longo da atividade, aprenderás comandos básicos de programação em R e utilizarás técnicas de análise estatística para investigar os dados. Irás criar gráficos, explorar padrões, comparar grupos experimentais e aplicar testes estatísticos para responder às questões de investigação. Será que o tipo de suplemento faz diferença? A dose influencia os resultados? Existe uma quantidade ideal de vitamina C?
Tal como um cientista ou analista de dados, terás de interpretar a evidência disponível e tirar conclusões fundamentadas. No final, apresentarás os resultados da tua investigação através de gráficos e visualizações produzidos por ti, explicando as principais conclusões obtidas.
Este projeto oferece uma introdução prática à programação, à estatística e à análise de dados, mostrando como estas ferramentas são utilizadas para responder a perguntas científicas nas áreas da biologia, da saúde e de muitas outras disciplinas, constituindo uma base fundamental para a investigação científica atual.
- 3 vagas
Como é que uma espécie invasora se adapta a um novo ambiente? Será que altera o seu ciclo de vida para responder a condições climáticas diferentes? E como podem os cientistas descobrir quando nasceram peixes capturados meses depois da sua eclosão?
Neste projeto, vais participar numa investigação sobre a perca-europeia, uma espécie de peixe originária da Europa Central e Oriental que chegou a Portugal em 2013 e que já colonizou várias albufeiras nacionais, incluindo algumas áreas de elevado valor ecológico, como a Reserva Natural da Serra da Malcata. Compreender a biologia desta espécie é fundamental para avaliar o seu potencial impacto nos ecossistemas aquáticos portugueses.
Uma das questões que os investigadores procuram responder é se a perca-europeia, ao viver em latitudes mais a sul e em condições climáticas diferentes das da sua área de origem, altera o seu período de reprodução. Será que os peixes nascem mais cedo em Portugal? Será que esse padrão se repete de ano para ano? E de que forma fatores ambientais, como a temperatura da água e o fotoperíodo, influenciam este processo?
Ao longo do projeto, vais analisar juvenis e larvas de perca-europeia recolhidos durante as campanhas de amostragem de 2025 e 2026. Irás medir os exemplares e aprender uma das técnicas mais fascinantes da biologia dos peixes: a leitura de otólitos, pequenas estruturas calcificadas localizadas no ouvido interno que funcionam como verdadeiros “registos biológicos” do crescimento do animal. Através da sua análise, será possível estimar a idade dos peixes e determinar a sua data de eclosão.
Com os dados obtidos, poderás comparar os padrões de reprodução entre diferentes anos e contribuir para responder a questões científicas ainda pouco estudadas em Portugal. No final, ficarás a conhecer melhor os métodos utilizados na investigação em ecologia e biologia da conservação e participarás num estudo que poderá ajudar a compreender a adaptação e expansão de uma espécie invasora nos ecossistemas de água doce portugueses.
Neste projeto, vais participar numa investigação sobre a perca-europeia, uma espécie de peixe originária da Europa Central e Oriental que chegou a Portugal em 2013 e que já colonizou várias albufeiras nacionais, incluindo algumas áreas de elevado valor ecológico, como a Reserva Natural da Serra da Malcata. Compreender a biologia desta espécie é fundamental para avaliar o seu potencial impacto nos ecossistemas aquáticos portugueses.
Uma das questões que os investigadores procuram responder é se a perca-europeia, ao viver em latitudes mais a sul e em condições climáticas diferentes das da sua área de origem, altera o seu período de reprodução. Será que os peixes nascem mais cedo em Portugal? Será que esse padrão se repete de ano para ano? E de que forma fatores ambientais, como a temperatura da água e o fotoperíodo, influenciam este processo?
Ao longo do projeto, vais analisar juvenis e larvas de perca-europeia recolhidos durante as campanhas de amostragem de 2025 e 2026. Irás medir os exemplares e aprender uma das técnicas mais fascinantes da biologia dos peixes: a leitura de otólitos, pequenas estruturas calcificadas localizadas no ouvido interno que funcionam como verdadeiros “registos biológicos” do crescimento do animal. Através da sua análise, será possível estimar a idade dos peixes e determinar a sua data de eclosão.
Com os dados obtidos, poderás comparar os padrões de reprodução entre diferentes anos e contribuir para responder a questões científicas ainda pouco estudadas em Portugal. No final, ficarás a conhecer melhor os métodos utilizados na investigação em ecologia e biologia da conservação e participarás num estudo que poderá ajudar a compreender a adaptação e expansão de uma espécie invasora nos ecossistemas de água doce portugueses.
- 6 vagas
Como estudam os cientistas os sismos que ocorrem no fundo do oceano, a milhares de metros de profundidade? Como é possível monitorizar regiões onde não existem estações sísmicas no mar? E de que forma as correntes oceânicas podem influenciar a qualidade dos dados recolhidos?
Embora cubra mais de 70% da superfície da Terra, o fundo oceânico continua a ser uma das regiões menos exploradas do planeta. No entanto, é uma área fundamental para compreender fenómenos como os sismos, a tectónica de placas, o vulcanismo submarino e a dinâmica dos oceanos. Para estudar estes processos, os cientistas recorrem a instrumentos especiais denominados Ocean Bottom Seismometers (OBS), capazes de registar movimentos sísmicos diretamente no fundo do mar.
Neste projeto, vais descobrir como funcionam estes equipamentos e explorar alguns dos desafios enfrentados pelos investigadores que os utilizam. Através da análise de dados reais, aprenderás a identificar sinais sísmicos, distinguir eventos naturais de ruído e compreender como fatores ambientais, como as correntes profundas e as características dos sedimentos, podem afetar os registos obtidos.
Ao longo da atividade, terás a oportunidade de visualizar e interpretar sismogramas, identificar as principais ondas sísmicas, comparar dados recolhidos no fundo do mar com registos de estações em terra e analisar a influência das correntes oceânicas na qualidade dos dados. Irás também assumir o papel de geofísico marinho, planeando a localização de uma rede de OBS com base em mapas batimétricos e informação oceanográfica.
No final, compreenderás melhor como os cientistas monitorizam o interior da Terra sob os oceanos, reconhecerás padrões sísmicos em dados reais e descobrirás o papel fundamental dos OBS na investigação geofísica moderna e na monitorização dos oceanos. Participarás ainda num dos grandes desafios da ciência atual: observar e compreender uma das regiões mais inacessíveis do nosso planeta.
Embora cubra mais de 70% da superfície da Terra, o fundo oceânico continua a ser uma das regiões menos exploradas do planeta. No entanto, é uma área fundamental para compreender fenómenos como os sismos, a tectónica de placas, o vulcanismo submarino e a dinâmica dos oceanos. Para estudar estes processos, os cientistas recorrem a instrumentos especiais denominados Ocean Bottom Seismometers (OBS), capazes de registar movimentos sísmicos diretamente no fundo do mar.
Neste projeto, vais descobrir como funcionam estes equipamentos e explorar alguns dos desafios enfrentados pelos investigadores que os utilizam. Através da análise de dados reais, aprenderás a identificar sinais sísmicos, distinguir eventos naturais de ruído e compreender como fatores ambientais, como as correntes profundas e as características dos sedimentos, podem afetar os registos obtidos.
Ao longo da atividade, terás a oportunidade de visualizar e interpretar sismogramas, identificar as principais ondas sísmicas, comparar dados recolhidos no fundo do mar com registos de estações em terra e analisar a influência das correntes oceânicas na qualidade dos dados. Irás também assumir o papel de geofísico marinho, planeando a localização de uma rede de OBS com base em mapas batimétricos e informação oceanográfica.
No final, compreenderás melhor como os cientistas monitorizam o interior da Terra sob os oceanos, reconhecerás padrões sísmicos em dados reais e descobrirás o papel fundamental dos OBS na investigação geofísica moderna e na monitorização dos oceanos. Participarás ainda num dos grandes desafios da ciência atual: observar e compreender uma das regiões mais inacessíveis do nosso planeta.
- 3 vagas
Durante uma semana de imersão prática no mundo da Ciência de Dados e da Inteligência Artificial os jovens cientistas irão explorar como um computador pode “aprender” a reconhecer padrões em imagens e tomar decisões automáticas; neste caso, distinguir imagens de gatos de imagens de não gatos.
O projeto centra-se na classificação automática de imagens, uma tecnologia que está presente em aplicações do dia a dia, como reconhecimento facial, diagnóstico médico por imagem, ou veículos autónomos. Através de um exemplo simples e divertido — “há gato ou não há gato?” — os participantes terão contacto com conceitos fundamentais como dados de treino, redes neuronais, erros de classificação, uso responsável da IA e vão aprender que a resposta não depende apenas do algoritmo, mas também da qualidade, variedade e organização dos dados usados para treinar o modelo.
Durante a semana, os jovens cientistas vão recolher, organizar e analisar conjuntos de imagens, preparar dados para treino, experimentar ferramentas digitais como notebooks de programação, treinar ou adaptar um modelo simples de classificação e testar o seu desempenho com novas imagens, espelhando.
Traz o teu portátil e vem criar um detetor de gatos inteligente e aprender como se desenvolve, testa e avalia um sistema de Ciência de Dados e Inteligência Artificial.
Nota: os participantes deverão trazer um computador portátil.
O projeto centra-se na classificação automática de imagens, uma tecnologia que está presente em aplicações do dia a dia, como reconhecimento facial, diagnóstico médico por imagem, ou veículos autónomos. Através de um exemplo simples e divertido — “há gato ou não há gato?” — os participantes terão contacto com conceitos fundamentais como dados de treino, redes neuronais, erros de classificação, uso responsável da IA e vão aprender que a resposta não depende apenas do algoritmo, mas também da qualidade, variedade e organização dos dados usados para treinar o modelo.
Durante a semana, os jovens cientistas vão recolher, organizar e analisar conjuntos de imagens, preparar dados para treino, experimentar ferramentas digitais como notebooks de programação, treinar ou adaptar um modelo simples de classificação e testar o seu desempenho com novas imagens, espelhando.
Traz o teu portátil e vem criar um detetor de gatos inteligente e aprender como se desenvolve, testa e avalia um sistema de Ciência de Dados e Inteligência Artificial.
Nota: os participantes deverão trazer um computador portátil.
- 4 vagas
Os ruminantes são essenciais para a produção pecuária, contribuindo para a transformação de recursos vegetais em alimentos de elevado valor nutricional para a população humana. Sabias que o sistema digestivo dos ruminantes alberga milhões de microrganismos? Bactérias, fungos e outros organismos microscópicos vivem em equilíbrio, formando comunidades complexas que desempenham um papel fundamental na digestão dos alimentos, na absorção de nutrientes e na saúde dos animais.
A ecologia destes microrganismos é extremamente importante e fascinante. As diferentes espécies interagem entre si e com o hospedeiro, criando ecossistemas dinâmicos que influenciam o bem-estar animal e a produção pecuária. Compreender estas interações é essencial para perceber como funcionam os ecossistemas microbianos e qual o seu impacto na saúde dos ruminantes.
Neste projeto, poderás assumir o papel de um verdadeiro detetive dos microrganismos, investigando amostras recolhidas de ruminantes para identificar fungos e bactérias presentes. Através de técnicas laboratoriais de microbiologia, observação microscópica, análises moleculares e genómicas, terás a oportunidade de explorar a diversidade microbiana destes animais e descobrir como os cientistas estudam organismos invisíveis a olho nu.
Se tens curiosidade científica, gostas de trabalho laboratorial e queres explorar um mundo microscópico repleto de descobertas, este é o desafio certo para ti!
A ecologia destes microrganismos é extremamente importante e fascinante. As diferentes espécies interagem entre si e com o hospedeiro, criando ecossistemas dinâmicos que influenciam o bem-estar animal e a produção pecuária. Compreender estas interações é essencial para perceber como funcionam os ecossistemas microbianos e qual o seu impacto na saúde dos ruminantes.
Neste projeto, poderás assumir o papel de um verdadeiro detetive dos microrganismos, investigando amostras recolhidas de ruminantes para identificar fungos e bactérias presentes. Através de técnicas laboratoriais de microbiologia, observação microscópica, análises moleculares e genómicas, terás a oportunidade de explorar a diversidade microbiana destes animais e descobrir como os cientistas estudam organismos invisíveis a olho nu.
Se tens curiosidade científica, gostas de trabalho laboratorial e queres explorar um mundo microscópico repleto de descobertas, este é o desafio certo para ti!
CANDIDATA-TE!
Entre 20 e 24 de julho, os participantes do programa 'Ser Cientista' vão poder realizar por si próprios um projeto científico, acompanhados pelos docentes e investigadores de CIÊNCIAS.
Candidata-te até 28 de junho de 2026.
Ser Cientista Inscrição
Modelo Autorização
O participante deverá, na receção do primeiro dia, entregar o modelo de autorização assinado pelo seu encarregado de educação, ou pelo próprio no caso de ter mais de 18 anos.
Regulamento
Regulamento do Programa de Verão “Ser Cientista” da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.