Atividades

Trilho Cientistas

DIA ABERTO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS 6 de maio de 2026,
Campo Grande, a partir das 9H00
Poderás ouvir diretamente os nossos cientistas falar sobre as grandes descobertas do mundo que nos rodeia e áreas de atuação que a ciência proporciona. Aqui terás oportunidade de colocar questões e discutir o impacto da investigação na sociedade e no avanço do conhecimento.
Como é que a “forma” das proteínas controla o que acontece nas células? O que têm em comum proteínas e Alzheimer? Vamos explorar estas fascinantes máquinas moleculares e aprender como a função depende da estrutura e como falhas levam à doença, através de exemplos e uma visita virtual a um laboratório de investigação em Bioquímica.
A exposição a doses elevadas de radiação pode causar danos graves nas células, sendo por isso essencial protegermo-nos. Mas sabias que existem organismos capazes de resistir a níveis extremos de radiação? Como conseguem sobreviver onde outros não conseguem? E o que poderíamos fazer se compreendêssemos esses mecanismos de resistência? Nesta palestra, vou mostrar como estudamos a resistência à radiação do organismo mais resistente à radiação do mundo, e como esse conhecimento pode inspirar novas aplicações na ciência e na medicina.
Saber a massa exata de uma molécula é como ter uma “pista” sobre a sua identidade. A partir dessa informação, os cientistas conseguem determinar a fórmula molecular (quantos átomos de cada tipo existem), identificar moléculas presentes em células ou organismos e estudar como essas moléculas interagem entre si. Ao juntar esta informação, é possível perceber como funcionam os processos da vida: metabolismo, crescimento, comunicação celular. Para medir a massa de uma molécula com elevada precisão, usa-se a técnica FTICR-MS, onde as moléculas são ionizadas e colocadas num campo magnético, permitindo relacionar o seu movimento com a massa. Esta informação gera um espectro de massa que funciona como uma “impressão digital” molecular.
Fragmentos e momentos do trabalho de campo de um biólogo ganham vida numa galeria suspensa e translúcida – através da fotografia, propõe-se uma visita imersiva aos métodos de amostragem e procedimentos experimentais que acontecem durante uma saída de campo de ciências marinhas – um olhar íntimo sobre o imaginário da ciência.
Arrisca participar num jogo e responder a questões que irão suscitar a tua curiosidade sobre o “funcionamento” das plantas e o papel fundamental que têm para a Vida na Terra.
Esta atividade tem como objetivo divulgar e documentar a diversidade de fungos filamentosos do Jardim do Campo Grande, bem como dar a conhecer metodologias básicas na área da Micologia, dirigidas para a caracterização macro e microscópica de fungos obtidos por isolamento de amostras ambientais.
A aplicação da biotecnologia enzimática de fungos decompositores para a valorização de biorresíduos, enriquecimento de solos, sequestro de carbono e produção de cogumelos comestíveis. Um modelo real de de bioeconomia circular baseado em “nature-based solutions”.
Aqui podes aprender sobre uma das maiores crises que a sociedade enfrenta atualmente – as bactérias resistentes a antibióticos. Vem descobrir como podemos solucionar este problema recorrendo a uma das entidades mais mortíferas do planeta.
Descobre como os cientistas monitorizam a nossa costa em tempo real! Nesta atividade interativa vais explorar dados ambientais recebidos em direto e perceber como podemos compreender melhor o funcionamento dos ecossistemas costeiros.
As estrelas são as grandes fábricas de elementos químicos do nosso Universo. Nelas são sintetizados a partir do hidrogénio e do hélio todos os átomos que conhecemos na natureza, em diferentes etapas da sua evolução. Nesta palestra iremos dar um passeio pelas diferentes fases da vida de uma estrela dando atenção aos núcleos atómicos que se produzem e as suas quantidades relativas, o que nos permite entender a distribuição das abundâncias desses elementos na natureza.
Nesta palestra serão abordados diferentes exemplos que demonstram a importância da física como ferramenta para obter informações sobre o interior do corpo humano com o objetivo de diagnosticar diferentes doenças. Serão exploradas as aplicações de raios-X, radioatividade e campos magnéticos no diagnóstico de doenças oncológicas, de doenças neurodegenerativas e na compreensão do funcionamento do nosso cérebro.
Com um globo magnético e uma esfera com polos escondidos, o visitante será desafiado a detetar um campo invisível e a descobrir a localização dos polos usando apenas uma bússola. Esta exploração permite perceber como funciona o geomagnetismo terrestre e como os geofísicos conseguem obter informação sobre o interior do planeta a partir de medições feitas à superfície. De forma lúdica e participativa, a atividade mostra como a Terra pode ser estudada através de sinais que não vemos, mas que podemos observar e interpretar.
Explora o cérebro dos peixes através de modelos 3D reais e descobre como estes animais pensam, aprendem e tomam decisões. Os participantes poderão, ainda, experimentar jogos cognitivos inspirados em experiências científicas usadas em investigação comportamental.
Será que sabes mesmo o que está dentro de uma lata de atum? Nesta atividade interativa, baseada no projeto TUNAPRINT, os participantes descobrem que diferentes espécies podem estar presentes nas conservas de atum, muitas vezes sem essa informação no rótulo. Através de jogos rápidos e exemplos reais, exploramos como fazer escolhas mais informadas e sustentáveis e como a Biologia ajuda a compreender melhor o que chega ao nosso prato.
Esta actividade será uma oportunidade de explorar o fascinante mundo da acústica submarina e compreender como os sons do oceano são utilizados na investigação e conservação de espécies marinhas, especialmente das baleias. Durante a actividade, teremos uma demonstração prática com um “mini-oceano”, onde os participantes poderão ouvir e produzir sons. Também iremos explorar alguns métodos que os investigadores utilizam para estudar e ajudar a conservar os cetáceos.
Vem conversar com professores e alunos da Estatística Aplicada, Matemática Aplicada e Matemática. Cada visitante pode sentar-se numa mesa e colocar questões e, sobretudo, conversar sobre Matemática e Estatística.
Os dinossáurios são muito importantes para a ciência porque ajudam a compreender como a vida evoluiu na Terra, incluindo como os animais se moviam, cresciam e como ocorreram grandes extinções. No entanto, a maior parte das evidências que temos — como ossos, pegadas ou fósseis — está incompleta ou degradada, o que torna a sua interpretação um verdadeiro desafio. É aqui que entram a estatística e a inteligência artificial. Estas ferramentas permitem analisar melhor os dados disponíveis, identificar padrões e até reconstruir informação a partir de vestígios incompletos. Tecnologias como modelos 3D de pegadas ajudam a preservar informação valiosa, enquanto métodos computacionais permitem classificar e comparar diferentes tipos de fósseis. Desta forma, conseguimos aprender muito mais sobre os dinossáurios — mesmo com dados limitados.
As alterações climáticas, em particular o aumento das temperaturas, representam uma séria preocupação para a maioria das culturas agrícolas. Neste contexto, o desenvolvimento de plantas mais resilientes a eventos climáticos extremos torna-se uma prioridade para garantir a sustentabilidade da produção alimentar. À semelhança do que acontece com a vacinação: após a exposição a uma forma atenuada do agente patogénico, o organismo fica melhor preparado para responder ao mesmo agente patogénico no futuro, as plantas também têm uma capacidade natural de se tornarem mais resistentes a ondas de calor intensas depois de terem sido expostas a um stress térmico moderado. Este processo, nas plantas, designa-se priming. Nesta atividade vais poder compreender a relevância deste processo e aprender um pouco mais sobre os métodos que utilizamos para investigar o seu funcionamento.
Vem experimentar jogos criados por alunos de Informática em Ciências. Desenvolvidos para diversão. Utilizados em investigação científica!
Vem interagir com os robôs, e descobrir como são feitos , como é que eles comunicam, e como interagir com eles
Vem descobrir o mundo das microalgas e macroalgas com investigadores do MARE e professores da FCUL. Observa fitoplâncton marinho ao microscópio, explora culturas vivas do Biobanco ALISU e conhece projetos sobre biologia, ecologia e biotecnologia das algas. Surpreende-te com produtos inovadores derivados de algas usados em todo o mundo!
Observação da regeneração de planárias em diferentes momentos após a sua decapitação.
Os alunos terão oportunidade de contactar com as diversas etapas num projeto de investigação científica na área da genómica evolutiva e bioinformática: “Do campo à simulação de dados”. Nesta atividade teremos a representação de 5 etapas de investigação científica: amostragem, processamento de amostras, sequenciação de amostras, análise de resultados e conclusões. (Créditos foto: Rúben Sousa de Oliveira)
Já todos ouvimos falar de fósseis. Os fósseis fascinam-nos! Mas será que sabemos, mesmo, o que é um fóssil? Nesta atividade, usando os exemplares da coleção didática da disciplina de Paleontologia do GeoFCUL, esta questão será esclarecida. Serão observados somatofósseis e icnofósseis de trilobites, de conchas de amonites, de folhagem de plantas, de ossos de dinossáurios e até de dentes de tubarões gigantes extintos!
Usando a plataforma sísmica do IDL (Instituto Dom Luiz) vai ser possível sentir um sismo e com essa atividade aprender os comportamentos adequados a ter nessas situações. Os registos de um acelerómetro vão permitir estimar a intensidade macrossísmica e com esse valor saber qual a magnitude e a que distância teria de ser gerado um sismo para causar a vibração sentida.
Usando a tina de tsunamis do IDL (Instituto Dom Luiz), poderás apreciar a diferença que existe entre as diferentes ondas que se formam num oceano, causadas pelo vento ou por um sismo submarino. A velocidade das ondas de tsunami obedecem a uma lei simples que poderá ser verificada com esta experiência.
Usando experiências simples pretende-se dar a conhecer como funciona o oceano e como é que os oceanógrafos fazem para o monitorizar e compreender.
Onde ocorreu um sismo no passado devemos esperar que ocorra um sismo no futuro, não sabemos é exatamente quando, mas devemos estar preparados para ele. As erupções vulcânicas têm o seu início também inesperado, mas elas são antecedidas de vários sinais premonitórios. Nesta experiência vamos verificar a imprevisibilidade dos riscos geológicos usando a erupção vulcânica como exemplo. Maqueta de vulcão, suporte para câmara magmática, “Party Poppers”, pesos e jogo de cartas.
Nesta palestra iremos abordar o tema “sustentabilidade” de forma intuitiva e multidisciplinar, tentando dar resposta às questões: De que modo a Matemática contribui para criar um estado de consciência e compromisso para um futuro sustentável? Como podemos usar a Engenharia Geoespacial para a compreensão e prevenção de fenómenos naturais nefastos para as populações que ocorram à superfície da Terra ou no fundo do mar?
(sessão interativa) A matemática usa uma linguagem simbólica para traduzir os fenómenos da natureza e da sociedade, sendo fundamental para o estudo e compreensão do mundo ao nosso redor. Nesta sessão vamos explorar a matemática que anda por aí de uma maneira divertida. Vem Matematicar na FCUL e descobrir como a matemática pode ser mágica e fascinante!
Apesar dos grandes avanços que aconteceram na astronomia e astrofísica durante o século XX, o desconhecimento sobre o universo que nos rodeia é ainda significativo. O início do século XXI trouxe-nos a vontade de, por um lado, construir novos telescópios com dimensões gigantescas e, por outro, desenvolver novos instrumentos mais potentes para os telescópios existentes. Nesta palestra iremos falar sobre com a Engenharia Física tem contribuído para o avanço tecnológico em astronomia e o que será o futuro gigantesco destes instrumentos.
O nosso conhecimento do Universo foi e é construído à custa da Luz. Luz que não se limita apenas à radiação óptica, que os nossos olhos revelam, mas a toda a radiação eletromagnética, desde raios-X às ondas de rádio. Luz que não nos mostra o presente, mas apenas o passado, podendo mesmo mostrar-nos o nascimento das primeiras estruturas no Universo. Luz, ainda, que nos revela muito para além do que observamos, ajudando a mapear o Universo muitas vezes invisível. Esta apresentação ajudará a compreender um pouco como surgiu a Luz no Universo, inicialmente como resíduo do Big Bang, e posteriormente com as primeiras estrelas e galáxias. Mostrará ainda o que esperamos, em Ciências, para o estudo deste “lado brilhante do Universo” nos próximos anos, com maiores e melhores telescópios, e como isso nos ajudará a compreender as componentes menos brilhantes do Cosmos.
Neste seminário farei um resumo do Modelo Padrão da Física de Partículas: os seus princípios basilares, a sua constituição, a forma como foi estabelecido e várias das suas muitas aplicações, do mundano ao cósmico.
O grupo de sistemas planetários do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço dedica-se ao estudo detalhado do comportamento das massas de ar sobre vários objetos no Sistema Solar, com o objetivo de compreender melhor a origem das características que observações revelam à comunidade nos dias de hoje e como este conhecimento pode ser usado no estudo dos exoplanetas – planetas que orbitam outras estrelas que não o Sol.
Por entre as galáxias e outras estruturas brilhantes, o Universo contém uma grande quantidade de matéria escura e de energia escura. Vamos aprender como o telescópio Euclid, lançado recentemente para o espaço, vai explorar esse lado escuro do Universo utilizando o fenómeno das lentes gravitacionais. Veremos também o papel crucial que Ciências tem nesta missão.
Recorrendo aos telescópios mais potentes é hoje possível compreender o ciclo de vida das galáxias e, com ele, compreender um pouco melhor a evolução do Universo. Nesta atividade será mostrado o que conhecemos atualmente sobre a vida das galáxias ao longo da História do Universo, e como este estudo é efetuado na FCUL, utilizando, mas também participando na construção dos melhores telescópios em funcionamento.
Conjunto de experiências simples que desvendam o fascinante mundo da Física: ótica, mecânica, electromagnetismo, fluidos e ondas.
São disponibilizados telescópios adequados para observação solar em modo contínuo.
Explora o mundo da matéria mole e física estatística com experiências interativas e brinquedos científicos.
O fenómeno da migração dos animais tem fascinado a humanidade desde tempos remotos. As andorinhas estão entre as migradoras mais famosas, mas há muitas outras espécies que também percorrem milhares de quilómetros todos os anos– como a menos conhecida andorinha-do-mar-ártica. Porque migram os animais? Para onde vão? Como estudamos a migração? Vem descobrir as respostas a estas e a outras perguntas sobre o fantástico mundo dos animais migradores.
Em Portugal, existem 20 peixes invasores presentes nos rios e nas albufeiras, e 240 espécies de peixes, invertebrados e algas nos estuários e nas zonas costeiras. A equipa do Grupo de Invasões Biológicas do MARE-ULisboa irá mostrar quais são os principais peixes invasores que temos estudado, como o peixe-gato-europeu (Silurus glanis) e a perca-europeia (Perca fluviatilis), como detetamos precocemente usando tecnologias moleculares baseadas no DNA ambiental e na acústica passiva. Também mostramos como estas espécies impactam os nossos ecossistemas. Destaque principal será dado ao projeto LIFE-PREDATOR, um projeto europeu que almeja gerir esta invasora que pode atingir 2,8metros, 130 Kg de peso. A equipa que trabalha com espécies marinhas irá mostrar alguns exemplares das espécies mais emblemáticas e dos métodos de amostragem utilizados para detetar a presença dessas espécies, em particular dragas, placas de colonização e raspagens.
Apresentação de materiais para demonstração de culturas de bactérias e fungos provenientes das aulas da área da Microbiologia. Vem conhecer o mundo dos microrganismos e aprender com jogos divertidos.
Encontro rápido com cientistas das diversas áreas de investigação de Ciências ULisboa. Mais de duas dezenas de investigadores estarão disponíveis para conversar sobre ciência, o seu dia-a-dia, o seu percurso académico e o trabalho que desenvolvem. Conversas curtas e em simultâneo. Cada conversa com um investigador dura, no máximo, quatro minutos. No fim de cada conversa, os visitantes rodam e conversam com outro investigador.

Vamos ter 2 sessões durante o dia:

SESSÃO 11:00
Investigadores participantes:
Tiago A. Marques (Estatística Ecológica)
Sergio Chozas (Ecologia Vegetal, Botânica e Ciência Cidadã)
Stéphanie Dumont (Dinâmica da Terra, Erupções Vulcânicas & Sismos)
Tiago Ferreira (Inteligência Artificial e Imagens de Satélite)
Leonor Henriques (A Subida do Nível do Mar em Portugal)
Rodrigo Luís (Geometria Projetiva)
Luis Gimeno-Sotelo (Estatística Ambiental)
Hugo Miranda (Redes de Computadores)
Filomena Martins (Química-Física / Química Medicinal)
Olinda Monteiro (Nanomateriais e Fotocatálise)
Duarte Saraiva (Engenharia Biomédica e Biofísica)

SESSÃO 14:30
Investigadores participantes:
Alexandra Marçal Correia (Ecologia-Serviços Ecossistema)
Catarina V. Guerreiro (Biogeociências Marinhas)
Raul Jorge (Geoquímica)
Guilherme Carrilho da Graça (Energia)
Makson Santos (Equações com Derivadas Parciais)
Vera Pinto (Bioestatística e Bioinformática)
Rafael Almada (Física Estatística / Biológica)
Célia Romão (Bioquímica Estrutural)
Soraia Meneses Alarcão (Interação Pessoa-Máquina Inclusiva)
Ricardo Lopes Coelho (História e Filosofia da Física)
Perceber a organização dos organismos desde células até ao individuo. Introdução a vários modelos celulares que permitem investigação.
As plantas são constantemente atacadas por uma variedade de agentes bióticos, tais como, a presença de herbívoros, que podem causar graves danos. Nesta atividade vamos abordar como é que as plantas se podem proteger dos herbívoros e, consequentemente, como é que os herbívoros podem contra-atacar.
Serão apresentadas as espécies de mamíferos carnívoros portugueses, os principais métodos utilizados para os estudar e serão discutidos os projetos atualmente em curso no grupo do cE3c InWild. Os visitantes poderão ver vídeos de fotoarmadilhagem e contactar com equipamento usualmente utilizados no trabalho de campo dos investigadores do InWild no estudo dos mamíferos.
A urbanização e a degradação do habitat têm um impacto negativo nas populações dos pequenos mamíferos, influenciando a sua distribuição, abundância e a estrutura das suas comunidades. À medida que os habitats se fragmentam e degradam, a disponibilidade de recursos necessários para a sua sobrevivência é menor, ameaçando assim a sua existência. Por exemplo, pequenas alterações na estrutura da vegetação levam à redução do número de abrigos disponíveis e também do tipo e disponibilidade de sementes ou de insectos que os animais precisam para se alimentar. Nesta actividade vamos perceber as diferenças entre viver num ambiente natural bem preservado e num ambiente urbanizado e de menor qualidade ambiental e descobrir qual o melhor habitat para o animal se alimentar.